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Nunca perder a memória
Ler mais: Nunca perder a memóriaComeça aqui o nosso Verão. Em Cem Soldos, medem-se as poucas horas de sono com a satisfação do festival, e o resultado é muito mais comprido que a noite anterior. Meçamos sempre nós as nossas minguas com alqueires de alegria.
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Neste momento lustral
Ler mais: Neste momento lustralAqui, estamos num novo miradouro, uma plateia privilegiada sobre algo que não existia ainda. Que não existiria sem nós o vermos e ouvirmos. Também nós participaremos na construção desta paisagem inaugural.
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Tenho uma idade duvidosa
Ler mais: Tenho uma idade duvidosaNina-Nana, assim se chama este espectáculo criado para os mais novos, dos zero aos cinco, e suas famílias, concebido a partir de canções de embalar do cancioneiro tradicional português.
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A revolução depois da revolução
Ler mais: A revolução depois da revoluçãoPedagogo, além de artista, Calhaz domina bem o potencial mobilizador destas canções que escolheu transportar. É isto a intervenção, uma corrida de estafetas, uma revolução depois da revolução.
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A música sabia o que eu sinto
Ler mais: A música sabia o que eu sintoVoltei de viagem no dia 27, com a bagagem carregada de amizade, e desembarquei no Salão Brazil para ver o segundo concerto do trio SUL, de Bernardo Couto, Bernardo Moreira e Luís Figueiredo. A amizade é aqui a palavra basilar.
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Para manter as coisas inteiras
Ler mais: Para manter as coisas inteirasO que é o jazz? Assinala-se hoje o Dia Internacional do Jazz, e eu o João comemoramo-lo lançando este projecto que já vimos a planear há alguns meses.

